terça-feira, 19 de outubro de 2010
Às vezes três Quatro... cinco... seis...
Eu sou assim / Duas mulheres dentro de mim… Às vezes três Quatro... cinco... seis...
Depende de quem ver / Talvez seja uma por mês. / Diversifico-me
Existe momentos em que dou um grito / Apresento ao mundo a minha cor
Em outros momentos, só consigo falar de amor / A mais romântica / Melodramática Imóvel
Chorosa ou nervosa / Carente e Carinhosa / Vingativa ou inconsequente!
É nestes momentos em que eu não me apercebo / E transformo-me numa mulher
Coberta de sutilezas / Séria e sem defesas / No minuto seguinte
No papel de mulher fatal / Transformo-me logo na tal
E nesses momentos sou a dona do mundo / Segura e destemida
Presunçosa e atrevida. / Rasgo todos os meus segredos ao meio
E exponho-me num letreiro / De poesia ou texto
Assalto, incendeio...
Conto o que ninguém tem coragem de contar
Explico detalhes que nem é bom me lembrar
Sou assim / Várias de mim
Sorrisos por fora / Por dentro um tormento legal
No rosto nem um único sofrimento / No corpo uma explosão de prazer
Nos olhos, deixo o meu desejo se perceber.
Na vida real sou muito mais complicada / E desifravel
Sou uma em mil / E quem tentou, descobriu
Que viver ao meu lado / É viver dentro de um campo minado
Que vai explodir em qualquer momento de felicidade / Mas quem esteve nele
Nunca mais quis fugir...
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