terça-feira, 30 de novembro de 2010
Dias
Nesta dança dos dias, o mais difícil é apanhar-lhe o ritmo. Para tornasse um daqueles que dança conforme o vento lhe diz qual vai ser o próximo passo... Fazendo com que o 'hoje' se torne 'óoo hoje!'
Dia sim – O mais fácil - Sobra-nos tempo, energia e disposição para tudo. Vontade loca de fazer tudo que vem na telha, de abraçar o mundo com as idéias, complicado, por vezes, é sabermos por onde começar a dançar.
Dia não – O que não acaba nunca - O que você diz, ' Eu sabia que isso ia acontecer' - A vida parece não querer sorrir. São dias que nascem para correr mal... ou não! Depende da dança que você escolher dançar. Há um mundo de coisas boas que podem mudar de um momento para o outro a pior das disposições.
Um dia não são dias – O que nos tira a barriga de misérias - Um dia acaba em 24 horas, que tem que serem intensamente vividas. E se de repente lhe apetecer perder o tino, esquecer horários e viver um dia completamente diferente? Não fique à espera. ATREVA-SE! É o melhor que tem a fazer.
Dia a dia – O que teima em nos engolir com o comodismo e a mesmice - Mesmo que aparentemente lhe pareça um dia de trabalho como tantos outros, este é também o primeiro dia do resto da sua vida. Dentro ou fora de casa há pequenos nadas que valem por muito.
Dia a dois – O mais desejado - Namorar faz falta mas a imaginação nem sempre ajuda. Que tal partilhar os seus dias, ou tempo que conseguir, com quem mais ama?
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Personalidade x Caráter
Personalidade; Máscara que usamos para o mundo ver.
Caráter; A firmeza moral de uma pessoa, portanto, é o sinal visível de sua natureza interior.
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É indispensavel que tenhamos personalidade, mais se isso não vinher carregado de muito caráter não teria tanta importância, talvez o carrater mais resumidamente seja a soma de nossos vícios, hábitos e virtudes. Com o discernimento, podemos optar por fazer o bem e amar o bem. E você opta por isso la pelos seus 13 / 14 anos ( mais ou menos nessa foto ai rs) quando você escolhe não ser só mais uma cabecinha fútil como a grande maioria, quando escolhe lutar pelo seus ideais, por aquilo que você quer muito ter mais a maioria das pessoas adia a vida inteira, ou pior, não se acha merecedora, mais deixa eu te falar uma coisa...
você pode ter o que quiser, quando quiser, e a hora que quiser! Se isso é papo de quem é otimista? Sim.. talvez mais se você / eu mesma / não acreditar nas palavras que nos mesmo falamos, quem acreditaria? Quem colocaria fé? Você provavelmente escutaria um... - Legal mais ó vai ser difícil... - Vai com calma, não é tão simples assim... - Você tá viajando... - Para de sonhar com os pés no chão! Pois eu te digo novamente... - NINGUÉM Por que a maioria dos seres humanos são egoístas e egocêntricos, não acreditam e nem apoiarão algo que não tiverem coragem ou disposição para enfrentar...
Eu vivo de sonhos
Sonhos reais
Sonhos possíveis
Sonhos sonhados a planejar!
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Do ato...
Eu posso ser o que quiser ou o que mais convir...
Eu posso ser varias de mim até centenas em uma só, pra ter a opção que melhor se enquadra...
Eu posso presumir muito, mesmo assim continuo com a opção de prejulgar menos, pra sentir mais
Eu posso ser a tarde que cai e aos pouco deixa ver...
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Eu gritei.
Eu falei.
Estavam todos surdos;
Esse som bateu na barreira que se cria entre as pessoas, e o eco foi: Estou aqui!
Eu falei.
Estavam todos surdos;
Desci sozinha e me vi bem assim:
Coberta de lodo e lama.
E então gritei aos berros timidamente e longe de todos;
As paredes ouviram e calaram-se;
Abafaram os meus gemidos, gargalhadas e delírios
Comprimiram-me até de novo explodir n´ua loucura
Da largura, profundidade e altura maior que o mundo cheio de surdos, cegos e tolos;
Tacanhos de mente e de alma.
Incompreendida eu fui, Incompreendida fiquei
Tacanhos de mente e de alma.
Incompreendida eu fui, Incompreendida fiquei
No fundo da terra lá estava eu... Procurando respostas, mais para responder? Não, para telas...
Entre paredes coloridas gritando;
Fiquei assim por um espaço de tempo tão eterno que me perdi, sim, no tempo.
Só havia a lua, e que lua linda... Da pra se dizer que eu poderia morar lá...
Tinha o sol também.
Uma dimensão infinita aos outros; sim, todos eles;
Mas não infinita ao que se sente.
Velando os meus passos trementes;
De toda a minha alma consciente.
Eu vi que se tem respostas sim...
Só havia a lua, e que lua linda... Da pra se dizer que eu poderia morar lá...
Tinha o sol também.
Uma dimensão infinita aos outros; sim, todos eles;
Mas não infinita ao que se sente.
Velando os meus passos trementes;
De toda a minha alma consciente.
Eu vi que se tem respostas sim...
Libertando-me aos poucos;
O suficiente para eu entender
O quão longe eu andei.
Felizes são meus loucos passos pela lua que brilha lá no céu!
O suficiente para eu entender
O quão longe eu andei.
Felizes são meus loucos passos pela lua que brilha lá no céu!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Certezas e incertezas…
Julgamento… Certezas e incertezas…
Quais os mecanismos que nos leva por tantas vezes… julgar… supor… achar… taxar… rotular…??
Eu acho que não posso. Eu acredito que não é assim. Fulano não é do bem. Acredito que aconteça. Deve ser por isso. Sicrano é baixaria. Tal hora pode ser tarde. Amanhã será melhor. Num sei se acredito mais.
Falas, dizeres, citações que demonstram tantos sentimentos, medos, incertezas, ou até certezas… (ai é pior ainda).
Frente a essa constatação, só sei que nada sei mesmo… É bem aquilo do sei lá entende?
Aliás… Eu tenho uma questão… Acredito ser uma questão chave: Por que o ser humano se comunica, se não se entende?
Por que complica tanto, se é tão fácil viver?
Por que perguntam, se não aceitam as respostas?
Por que querem ver, se não enxergam?
Por que querer saber, como se não vão fazer nada?
E essas contradições vão longe…
É…ainda acho que é melhor ficar pra dentro. Melhor não falar nada.
Ssshhhhiiiiii!!! Silêncio…
Ande sem esbarrar…
Fale sem gritar…
Olhe sem julgar…
Respeite e se respeite…
Observe e se observe.
E já. E sempre…Sempre!
Beijos de Borboleta…
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
De inesperado
Não há mais nada que não se aconteça
Nada que não seja previsto, do imprevisto
Nada que possa surpreender
Não espanta flores nascendo nas calçadas
Não apavora estrelas novas sendo penduradas
Nem o corpo vencendo a física
Nem o cego lendo mímica
Nem a ciência na sua vã experiência e sua cara de
reticências nas coisas que o sentimento pode fazer...
O mais impossível era esse possível
Entre tantos desencontros do encontro
Entre tudo que não tinha nada a ver,
Só tinha que ser para ser inesperado
E agora que venha o que vier
Porque de resto nada além,
Agora o que vem já está no esperado...
Nada que não seja previsto, do imprevisto
Nada que possa surpreender
Não espanta flores nascendo nas calçadas
Não apavora estrelas novas sendo penduradas
Nem o corpo vencendo a física
Nem o cego lendo mímica
Nem a ciência na sua vã experiência e sua cara de
reticências nas coisas que o sentimento pode fazer...
O mais impossível era esse possível
Entre tantos desencontros do encontro
Entre tudo que não tinha nada a ver,
Só tinha que ser para ser inesperado
E agora que venha o que vier
Porque de resto nada além,
Agora o que vem já está no esperado...
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