Eu posso ser o que quiser ou o que mais convir...
Eu posso ser varias de mim até centenas em uma só, pra ter a opção que melhor se enquadra...
Eu posso presumir muito, mesmo assim continuo com a opção de prejulgar menos, pra sentir mais
Eu posso ser a tarde que cai e aos pouco deixa ver...
--
Eu gritei.
Eu falei.
Estavam todos surdos;
Esse som bateu na barreira que se cria entre as pessoas, e o eco foi: Estou aqui!
Eu falei.
Estavam todos surdos;
Desci sozinha e me vi bem assim:
Coberta de lodo e lama.
E então gritei aos berros timidamente e longe de todos;
As paredes ouviram e calaram-se;
Abafaram os meus gemidos, gargalhadas e delírios
Comprimiram-me até de novo explodir n´ua loucura
Da largura, profundidade e altura maior que o mundo cheio de surdos, cegos e tolos;
Tacanhos de mente e de alma.
Incompreendida eu fui, Incompreendida fiquei
Tacanhos de mente e de alma.
Incompreendida eu fui, Incompreendida fiquei
No fundo da terra lá estava eu... Procurando respostas, mais para responder? Não, para telas...
Entre paredes coloridas gritando;
Fiquei assim por um espaço de tempo tão eterno que me perdi, sim, no tempo.
Só havia a lua, e que lua linda... Da pra se dizer que eu poderia morar lá...
Tinha o sol também.
Uma dimensão infinita aos outros; sim, todos eles;
Mas não infinita ao que se sente.
Velando os meus passos trementes;
De toda a minha alma consciente.
Eu vi que se tem respostas sim...
Só havia a lua, e que lua linda... Da pra se dizer que eu poderia morar lá...
Tinha o sol também.
Uma dimensão infinita aos outros; sim, todos eles;
Mas não infinita ao que se sente.
Velando os meus passos trementes;
De toda a minha alma consciente.
Eu vi que se tem respostas sim...
Libertando-me aos poucos;
O suficiente para eu entender
O quão longe eu andei.
Felizes são meus loucos passos pela lua que brilha lá no céu!
O suficiente para eu entender
O quão longe eu andei.
Felizes são meus loucos passos pela lua que brilha lá no céu!

Nenhum comentário:
Postar um comentário